Oi pessoal! Uma semana sem postar nada depois do feriadão... Acabei de assistir à primeira matéria da série Mega Cidades, que começou a ser exibida nesse domingo, no Fantástico. O material é muito bom e dá margem a uma discussão bem bacana sobre identidade cultural e globalização. Algumas dificuldades são comuns em cidades tão diferentes e distantes como São Paulo e Istambul. Apesar disso, existe espaço para a diferença.
A globalização não é igual em todas as partes do globo, conforme nos ensina Stuart Hall (1), e tem sua pórpria "geometria de poder". Ou seja, apesar da pretensa homogeneização cultural, pregda pelos primeiros pensadores do fenômeno, o mundo não ficou igual. Somos todos consumidores, mas esta desigualdade deinclusão e de acesso mercantiliza a etnia e alteridade, com a valorização da cultura local, transformando a diferença em produto.
O resultado são as culturas híbridas, um novo tipo de identidade, produzido na modernidade tardia, ou pós-modrnidade, como preferem alguns. "Em toda parte, estão emergindo identidades culturais que não são fixas, mas que estão suspensas, em transição, entre diferentes posições; que retiram seus recursos, ao mesmo tempo, de diferentes tradições culturais; e que sõ o produto dessses complicados cruzamentos e misturas culturais que são cada vez mais comum num mundo mais globalizado."
(1) HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
Assista à primeira reportagem da série:
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