O delírio de Apolo: sobre teatro e cinema 
MEDEIROS, Evandro. Juiz de Fora, Funalfa Edições, 130 p.


Apolo, deus da mitologia grega, é conhecido como símbolo da individualidade na pólis grega. Dionísio, o deus do vinho e das festas, faz o homem agir coletivamente nas celebrações de sua morte e ressurreição. Apolo é a certeza do cinema, arte que surgiu da técnica e grava as imagens para a posteridade. Dionísio é o teatro, arte ritual que se refaz a cada dia, sob o signo da mudança. A relação entre teatro e cinema é analisada por meio do exemplo de filmes em que os elementos teatrais são evidentes e peças de teatro que utilizam a técnica cinematográfica para se realizarem. O casamento entre a arte e a técnica conclui-se num tempo em que os espetáculos dependem da tecnologia para atingir o homem contemporâneo, apto a realizar a comunicação tecnicamente mediada, mas despreparado para empreender o contato interpessoal. O livro  do jornalista Evandro Medeiros é resultado do trabalho de conclusão do curso de Comunicação Social, com habilitação em jornalismo e da experiência como ator no Grupo Divulgação.


Artes Cênicas; Teatro; Cinema; Linguagem; Comunicação.



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